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Seis passos para tomar boas decisões.

Nesta semana li um artigo que trouxe um questionamento interessante: “Você toma alguma coisa para ser feliz? Sim, decisões.” Se pensarmos com profundidade, todos nós, independentemente do que façamos na vida, precisamos constantemente tomar decisões que podem ou não nos levar a um caminho de sucesso e felicidade. Até para ser feliz é preciso tomar a decisão de ser!

Fonte de Imagem: Google

Seja qual for a nossa escolha, jamais saberemos se essa foi a melhor possível. Por isso, é importante que nós estejamos satisfeitos com todas as decisões que tomamos. Que tensão!

A vida me ensinou, entretanto, que é possível fazer escolhas de forma mais racional e tranquila. Aprendi lições em minha trajetória e também com meus colegas empresários. Vou explicar para vocês como eu tomo as minhas decisões.

Primeiro passo: nada de riscos. É preciso criar uma equipe que contenha pessoas com habilidades distintas. Isso faz com que diferentes opiniões possam apresentar as perspectivas da decisão, com suas possibilidades de dar certo ou errado.

Segundo passo: tenha ao seu lado pessoas com espírito empreendedor. Se você quer mudança, precisa ter em sua equipe um grupo que consiga vislumbrar oportunidades. Uso essa regra no meu cotidiano e garanto que tudo funciona de forma diferente.

Terceiro passo: dê subsídios à sua equipe. Você precisa de opiniões sólidas, aplicáveis e gerenciáveis. Se você quer escutar o ponto de vista de seus colaboradores, precisa dar a eles informação suficiente para que tragam visões sólidas, aplicáveis e gerenciáveis.

Quarto passo: gente, mas nem tanto. É importante sempre tomar a sua decisão conversando com outras pessoas, mas lembre-se de que, se houver muita gente no mesmo ambiente, dificilmente você conseguirá ouvir todas elas.

Quinto passo: esqueça o sentimento pessoal. Nosso coração faz com que a gente tome algumas decisões com base no que as pessoas de quem a gente gosta pensam. Creio que a melhor forma de eliminar esse risco é criar equipes que não contenham amigos, evitando assim o famoso “group thinking”.

Sexto passo: escute o advogado do Diabo. É importante estar consciente dos argumentos que podem ir contra seu projeto. Isso ajuda a moldar a sua opinião.

Para concluir, pior do que a dificuldade para decidir é a indecisão que não nos garante a continuidade em nada. Pelo contrário, ela apenas rompe as possibilidades. Por isso, deixo as minhas dicas acima e espero que com elas possa contribuir para algum momento em que vocês terão de tomar as suas decisões.

Fátima Rocha é formada em Direito e Ciências Contábeis e sócia e diretora executiva da MegaMatte. É conselheira da seccional do RJ da Associação Brasileira de Franchising. Twitter: @fatimarocha21

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