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A juíza Ruth Bader Ginsburg, uma popular heroína

A juíza Ruth Bader Ginsburg, uma popular heroína

Você leitora que é ou não advogada, conheça a história desta mulher, que de lá impactou para melhor os nossos direitos aqui no Brasil.

Observe que ela trabalhou até os 87 anos.

A trajetória da juíza americana Ruth Bader Ginsburg (1933-2020), que morreu nesta sexta-feira (18) aos 87 anos, foi extraordinária. Em 1993, durante o governo Bill Clinton e após uma longa carreira de combate à desigualdade de gênero, ela se tornou a segunda de quatro mulheres que chegaram à Suprema Corte dos Estados Unidos. Em quase três décadas de atuação no tribunal, ganhou notoriedade pelas várias vezes em que discordou publicamente das decisões dos colegas. E já octagenária, viu suas declarações virarem memes e seu rosto estampar camisetas de jovens que a consideravam uma inspiração.

Temos 2 filmes sobre sua trajetória pessoal e profissional, são eles:

A JUÍZA:

 

SUPREMA:

Não é de se admirar, portanto, que a vida de Ruth Bader Ginsburg tenha chegado ao cinema. A americana foi tema de dois longas-metragens recentes – a ficção Suprema e o documentário A Juíza -, ambos lançados em 2018, dirigidos por mulheres e disponíveis em plataformas de streaming.

"As mulheres pertencem a todos os lugares onde as decisões são tomadas." R.B.G

Empreendedorismo Rosa
Andressa Ramos dos Santos
Andressa Ramos dos Santos Seguir

Advogada com MBA em Direito dos Contratos. Especialista em Direito Imobiliário e Processo Civil. Mentora na empresa Empreendedorismo Rosa. Avaliadora técnica da ONU, Prêmio WEPs/Brasil 2019.

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